Nesta terça-feira (7), milhares de estudantes protestaram no Rio de Janeiro contra o avanço do fascismo no Brasil.
Após a vitória do 1˚ turno de Flávio Bolsonaro, da extrema direita brasileira, movimentos estudantis e grupos antifascistas se organizaram para protestar contra a ascensão fascista no país.
A extrema direita avança no Brasil e no mundo.
Na América Latina, diversos países são governados por esse setor. Peru viu a vitória eleitoral de Keiko Fujimori, filha do ditador Alberto Fujimori; no Chile, a vitória de José Antonio Kast, apoiador do ditador Augusto Pinochet; na Argentina, Javier Milei defende a ditadura militar (1976–1983); Abelardo De la Espriella, na Colômbia, e Daniel Noboa, no Equador.
A intervenção dos Estados Unidos em todas essas eleições é explícita.
De la Espriella, por exemplo, recebeu apoio de Donald Trump, que publicou mensagens pedindo votos para o candidato e prometeu colaboração total do governo estadunidense.
Em 2025, Milei recebeu 20 bilhões de dólares dos EUA dias antes de uma eleição crucial no país.
No Brasil, não é diferente.
