“Todo o ser humano que ama a liberdade deve ao Exército Vermelho mais do que conseguirá pagar em uma vida”

Pelo menos 80% de todas as batalhas travadas pela Alemanha Nazista foram contra o Exército Vermelho.

Soldado soviético hasteando a bandeira da União Soviética após tomada de Berlim pelas tropas soviéticas no Reichstag, em 1945. Foto: Evgeny Khaldey / Colorização: Klimbim (@klimbim.art)

“Todo o ser humano que ama a liberdade deve ao Vermelho mais do que conseguirá pagar em uma vida”, a frase é de Ernest Hemingway.

Ernest Hemingway (1899-1961) foi um célebre escritor norte-americano, autor de, entre várias outras obras, “O Velho e o Mar” e “Por Quem os Sinos Dobram”. Hemingway foi laureado com o Prêmio Pulitzer de 1953 e com o Nobel de Literatura de 1954.

O Vermelho, oficialmente “ dos Operários e dos Camponeses”, foi o exército da União Soviética, criado pelos bolcheviques em 1918 para defender o país durante a Civil Russa.

Durante a Segunda Mundial, o Vermelho lutou contra 200 divisões nazistas. Para termos ideia da magnitude, em comparação, os e o Reino Unido enfrentaram 10 divisões nazistas.

O Vermelho foi responsável por abater 9 de cada 10 soldados nazistas tombados durante a Segunda Mundial. 80% de todas as batalhas travadas pela Alemanha Nazista foram contra o Exército Vermelho.

A União Soviética foi o país que mais contribuiu para a derrota dos nazistas, empregando o maior contingente de combatentes (2,6 vezes mais do que todos os outros aliados somados). Também foi o país que mais sofreu baixas: cerca de 27 milhões de soviéticos foram mortos durante a guerra, o equivalente a quase 14% da população do país.

Após a tomada de Berlim pelas tropas soviéticas, à 0:43 (horário de Moscou) do dia 9 de maio de 1945, a Alemanha, representada pelo General Wilhelm Keitel, assinou a rendição incondicional do nazista ante o Exército Vermelho, representado pelo Marechal Georgy Zhukov, pondo fim assim à Segunda Guerra Mundial. O maior símbolo dessa vitória é a foto (capa) de um soldado soviético hasteando a bandeira da União Soviética no Reichstag.

Os soviéticos, não somente defenderam seu país dos invasores, como também conseguiram, naquele momento, libertar a Europa do fascismo.

A Segunda Guerra Mundial recebeu na União Soviética o nome de “Grande Guerra Patriótica”, porque se desenvolveu em todas as casas e afetou toda a população do país. Não houve nem uma família que não perdeu alguém ou não teve parentes feridos ou desaparecidos.

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Fonte: parte do texto da página Pensar a História

Mídia1508

A 1508 é um coletivo de jornalismo independente anticapitalista, dedicado a expor as injustiças sociais brasileiras e a noticiar as mobilizações populares no Brasil e no mundo.

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