Mulheres romperam barricadas policiais durante protestos em Manila, Filipinas, no Dia Internacional da Mulher Trabalhadora. As manifestantes tentaram chegar à Embaixada dos EUA para protestar contra o imperialismo de Washington, segundo a imprensa local.
Uma ampla coligação de organizações progressistas e de mulheres convocou os protestos. A exigência central era “acabar com as guerras de agressão lideradas pelos EUA” no Dia da Mulher Trabalhadora deste ano.
Os grupos afirmam que os conflitos iniciados pelos EUA, juntamente com seus aliados, resultam em impactos econômicos e políticos prejudiciais em nível global, particularmente em países do Sul Global.
As Filipinas possuem um dos movimentos feministas mais combativos do Sul Global. O movimento comunista o incorporou à luta, construindo amplas redes que unem mulheres, operárias, camponesas, estudantes e indígenas contra o inimigo de classe comum e contra o patriarcado.
Ao final do protesto, os manifestantes queimaram imagens do presidente dos EUA, Donald Trump, do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e do presidente Ferdinand Marcos Jr., a quem descreveram como inimigos da paz.
