Milhares de pessoas voltaram às ruas nesta quinta-feira (30) contra os cortes anunciados pelo governo federal para o setor da . O que fará, por exemplo, que a Universidade Federal Fluminense (UFF), em , no , feche as portas em julho. Os manifestantes lembraram que o ato é também contra a , muitas faixas e cartazes denunciavam o retrocesso da reforma.

Na capital fluminense, a manifestação se concentrou na Candelária, no Centro da cidade, e marchou pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia. Centenas de cidades brasileiras registraram protestos em defesa da educação e contra a reforma. Foram registrados em pelo menos 136 cidades de 25 estados e do Distrito Federal.

Em Campos de Goytacazes, o ato em defesa da educação ocorreu durante a tarde. Os manifestantes se reuniram no Pelourinho, no Centro, por volta das 15h, com faixas e cartazes.

Em Cabo Frio, o ato começou por volta das 17h na Praça Porto Rocha, no Centro. Em Saquarema, o ato ocorreu na Praça Santo Antônio. Em Macaé, petroleiros, professores, servidores e estudantes do município participam do .

Em Teresópolis, estudantes se concentram na Praça Olímpica para uma aula pública. Professores das redes estadual e municipal também participam dos atos. Em Petrópolis, os alunos se concentraram na Praça Dom Pedro. Já em Nova Friburgo, os alunos se reuniram na Praça Demerval Barbosa Moreira.

Em Volta Redonda, o protesto ficou concentrado na Praça Juarez Antunes, na Vila Santa Cecília, convocado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense. Já em Valença, alunos do Centro Federal de Educação Tecnológica realizaram a manifestação na Rua dos Mineiros, no bairro Belo Horizonte, no Centro.

Os cortes na educação

  • Em decreto de março que bloqueou R$ 29 bilhões do Orçamento 2019
  • Desse valor, cerca de dois bilhões recaem sobre o ensino superior federal
  • Em maio, a Capes suspendeu a concessão de bolsas de mestrado e doutorado
  • Os cortes e a suspensão motivaram os protestos de 15 de maio
  • Nesta quinta (30), o Conselho Nacional dos  recomendou que o governo reveja os bloqueios

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