Trabalhadores da saúde resistem à repressão policial

Hoje de manhã trabalhadores da protestaram contra o prefeito Marcelo Crivella (PRB) pelo fechamento das Clínicas da Família, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o sucateamento do Sistema Único de ().

A falta de verbas destinadas à saúde pública leva o setor rumo ao fim do SUS e a privatização. A manifestação, que contou com os profissionais da saúde e apoiadores, percorreu as ruas que cercam a prefeitura aos gritos de “Crivella, não tira a saúde de dentro da favela”.

Policiais militares atacaram o dos profissionais da saúde, que permanecem sem receber salários e a categoria denuncia as péssimas condições de trabalho. Os trabalhadores resistiram e não permitiram que um colega da categoria fosse preso pela polícia. A repressão policial usou cassetetes, spray de pimenta e gás lacrimogêneo.

Crivella (PRB) reduziu o repasse e cada área deve planejar qual o seu plano de contenção de gastos. Por exemplo, a luta pela não redução de equipes como NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família) e Saúde Bucal, além do número de agentes comunitários de saúde por equipe.

Na prática, isso representa a falta de insumos, medicamentos e materiais básicos de higiene e papelaria. Sem contar os salários atrasados, férias suspensas, vale transporte e alimentação atrasados.

Rafael Daguerre

Fotojornalista/Videorrepórter

Um dos fundadores da Mídia1508. "Ficar de joelhos não é racional. É renunciar a ser livre. Mesmo os escravos por vocação devem ser obrigados a ser livres, quando as algemas forem quebradas" ― Carlos Marighella.

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